Compras na web sem dor de cabeça
Definitivamente, comprar é uma das atividades preferidas dos internautas brasileiros. Segundo o Ibope/NetRatings, o número de consumidores online cresceu 47% em maio em comparação com o mesmo mês do ano passado. O último levantamento do instituto de pesquisas revela que os usuários do e-commerce no País somam cerca de 8,4 milhões.
Adquirir bens via internet pode ser mais prático, mas exige uma série de cuidados para fugir de golpes. Antes de colocar a mão no bolso, é preciso verificar a idoneidade da loja. “Pela web, não vemos a cara de quem está vendendo. Por isso, a atenção deve ser redobrada”, alerta Patrícia Saeta Lopes Bayeux, advogada especializada em direito empresarial.
O Procon de São Paulo oferece um telefone pelo qual, com o nome da empresa em mãos, é possível consultar os registros de reclamações feitos contra ela nos últimos cinco anos. A consulta ao serviço pode ser feita pelo número (11) 3824-0446.
Também vale pedir a opinião de amigos que efetuaram compras e descobrir se a empresa virtual possui endereço físico e um telefone válido para contato. Depois disso, é bom verificar se o site opera em ambiente seguro, ou seja, que suas informações não vazarão para a internet. “A forma mais simples de fazer isso é observar se aparece no canto inferior da tela um cadeado ou chave, antes de digitar informações pessoais, fazer cadastros ou inserir dados como número do cartão de crédito”, explica a advogada. Ainda assim, ela sugere que o consumidor opte pelo pagamento por boleto bancário.
A compra foi realizada com sucesso, o valor debitado corretamente no cartão de crédito e o produto entregue no prazo prometido, mas quando a mercadoria chega em sua casa não é o que você imaginou? Sem problemas. O consumidor pode se arrepender de ter comprado o produto e pedir seu dinheiro de volta.
O Código Brasileiro de Defesa do Consumidor se aplica também às transações eletrônicas, garantindo aos internautas o direito à troca do produto, bem como o arrependimento pela compra. O comprador tem até sete dias para mudar de idéia e reaver o dinheiro.
“O código assegura esse direito quando a compra é feita fora do estabelecimento comercial, em que o consumidor não tem como analisar o produto com profundidade”, explica Renato Opice Blum, advogado especializado em direito eletrônico. Para a troca da mercadoria por defeito ou entrega de item de outra cor, por exemplo, o prazo sobe para 30 dias.
Se de um lado o consumidor deve lutar por seus direitos, do outro, as lojas virtuais devem apresentar normas para a utilização de seus serviços. “Como o Código do Consumidor é bastante amplo, o fornecedor precisa estabelecer regras para compra e venda de seus artigos”, explica Opice Blum. Cabe ao consumidor tomar o cuidado de ler os termos de uso do site antes de efetuar a compra, bem como ressalvas indicadas por asteriscos, por exemplo.
“Na pressa, muitos consumidores não analisam cuidadosamente as informações do produto e compram uma coisa achando que é outra”, diz a advogada Patrícia. Os especialistas também destacam a importância de documentar a compra pela internet. Para exigir qualquer direito, é preciso ter as provas da transação eletrônica. Entre as medidas recomendadas está salvar a tela de comprovação e do modo de pagamento, e guardar o e-mail com a confirmação da compra, entre outras documentações.
Reproduzido por Leandro Rosmaninho às 13h48
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Você é um cybercondríaco ?
Os estudantes do primeiro ano de medicina são as pessoas mais hipocondríacas do mundo. Bombardeados com informações sobre doenças, eles começam a imaginar que estão infectados com tudo. Em suas mentes, qualquer pinta já é um câncer de pele, um sangramento nasal é sinal de tumor e dor de cabeça é sempre um aneurisma cerebral.
Arthur Barsky, professor de psiquiatria na Escola de Medicina de Harvard, exemplificou a informação com uma aluna que jurava ter câncer de pele. "Ela trouxe 20 fotos de diferentes lesões de pele e ficava comparando cada uma com uma pinta dela".
Agora, devido a Internet, todos nós somos "estudantes do primeiro ano de medicina". Com as informações disponíveis gratuitamente sobre doenças e tratamentos, podemos tirar conclusões completamente incorretas sobre algum mal estar. Evidentemente, as informações médicas disponíveis na Internet são úteis, mas como saber se nós as usamos de forma útil? Como garantir que não nos tornamos "cybercondríacos"?
Robin DiMatteo, professor de psicologia da Universidade da Califórnia, afirmou que as pesquisas médicas feitas pelos usuários devem fazê-los se sentir mais confiantes nos diálogos com os médicos. "Se você se desespera com qualquer informação médica na Internet, isto é um mau sinal".
O diagnóstico instantâneo também é problemático. Ficar convencido que um simples tremor nas mãos é mal de Parkinson, por exemplo, atrapalha o próprio trabalho dos doutores, já que eles estudam para fazer os corretos diagnósticos
Reproduzido por Leandro Rosmaninho às 08h34
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Conheça o mecanismo anti-fraudes do IE 7
26/12/2007 21:24

O Internet Explorer 7 apresenta um recurso de segurança muito bem vindo na Internet atual: um mecanismo que detecta sites fraudulentos com base em listas negras mantidas pela Microsoft em parceria com especialistas na área. Neste videotutorial, você conhecerá mais sobre a funcionalidade e aprenderá a configurá-la.
Para tirar dúvidas sobre este tutorial, bem como sugestões, mande um e-mail para mr.shadow@baboo.com.br. Não se esqueça de preencher o assunto do e-mail e enviar o link do tutorial, caso seja uma dúvida.
Reproduzido por Leandro Rosmaninho às 08h29
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2008: o ano dos chips e dos malwares
Atualmente toda a tecnologia se inova num ritmo quase alucinante. Na maioria dos casos, isto é um bom sinal, mas no mundo da computação, a notícia nem sempre deve ser recebida com alegria. Infelizmente o crescimento dos malwares foi um dos destaques tecnológicos de 2007 - parece até que todos os criminosos virtuais resolveram trabalhar ao mesmo tempo e de forma coordenada (e isto em parte é verdade).
Por mais irônico que possa parecer, um ataque no início de 2007 marcou o resto do ano. Em Janeiro, após várias tempestades na Europa, centenas de pessoas receberam um e-mail malicioso com falsas informações sobre os incidentes. O malware ficou conhecido popularmente como Worm Storm, e suas milhares de versões que driblam softwares de segurança transformaram milhões de computadores em zumbis.
Outras idéias maliciosas felizmente não foram tão bem sucedidas. O spam, por exemplo, continua a crescer e já ultrapassou o e-mail legítimo em volume, mas os filtros anti-spam são cada vez mais eficientes. Justamente por isso, 2007 foi palco de vários novos tipos de mensagens não solicitadas para driblar os bloqueios. Os spammers usaram desde imagens até arquivos PDF na incessante busca pelas caixas de entrada dos usuários.
Já no mercado de processadores, que basicamente se resume em duas empresas (AMD e Intel), a evolução foi surpreendente - principalmente com a popularização da "eficiência energética", que destaca processadores que consomem pouca energia e oferecem um alto poder de processamento. A AMD foi a primeira empresa a oferecer processadores de 64 bits e processadores dual core (com dois núcleos), mas foi vítima do próprio sucesso, não conseguindo atender a demanda e dando espaço para a rival.
No mesmo período, a Intel cortou 10 mil vagas e lançou vários novos chips, sendo a primeira a lançar processadores quad-core (com quatro núcleos) para o mercado de servidores - embora a AMD tenha destacado que a primeira tentativa da Intel não passava de dois processadores com dois chips no mesmo espaço.
Reproduzido por Leandro Rosmaninho às 08h27
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